Olá a todos!

Como ser professor em uma época em que se tem o Google? Será um desafio maior estar diante de uma sala de aula onde o aluno tem a informação ao toque do dedo em um “rato” na frente de uma tela? Fico sempre pensando no quanto a escola, a instituição, é atrasada. Na verdade, séculos atrasada. Não adianta! Não se muda a forma de ensinar. Se é que se pode realmente ensinar alguém. Mesmo com belos movimentos como o da Escola Nova. Acaba sempre o professor no centro e os alunos orbitando a sua volta. Salvo raras exceções, evidentemente. A internet se tornou popular e acessível há pouco mais de uma década. Tudo bem, é verdade que ainda é algo novo. Mas, esse algo novo mudou completamente a forma como se tem acesso a informação. Principalmente em relação a velocidade com que se tem acesso a informação. A Escola na forma com que conhecemos hoje, que é a mesma há mais de 100 anos, é quase que descartável. Só tem uma coisa que faz com que a Escola seja necessária hoje em dia, o Professor. Antes que você pense que estou me contradizendo, já adianto, o Professor é um ser insubstituível. É essa figura que deve formar o senso crítico. Deve estimular o seu aluno a pensar. Essa é a razão de ser de um profissional do ensino. Pois, com a internet, muito do que se tem escrito no fatídico e insosso livro didático se torna inútil já que o acesso as mesmas informações pode ocorrer por meio da internet. Principalmente, ciências humanas. O próprio livro didático deveria se tornar virtual. Sendo virtual esse objeto se tornaria mais dinâmico e atraente. O professor não deve tentar banir ou disputar com a internet dentro da sala de aula, deve usá-la com inteligência. Como uma ferramenta sublime que pode contribuir para o ensino mais do que qualquer material didático não virtual. Num país que fala de implantar programas onde teremos um computador por aluno em sala de aula é preciso, mais que essa política estatística, investir na capacitação do profissional do ensino no uso dessas novas ferramentas. Caso contrário teremos mais alguns milhões do povo jogados no lixo. Assim, como muitos outros projetos para “inglês ver” que já tivemos nos últimos governos. Precisamos de algo realmente efetivo, e eu acredito que informatizar o ensino seja exatamente esse caminho. Mas, jogar computadores em uma sala de aula será como dar ferramentas a macacos. Se você é professor e se preocupa com a qualidade do seu trabalho, pense nisso. Indico esse bom trabalho do professor José Manuel Moran como uma boa leitura sobre o assunto, CLIQUE AQUI para acessar o artigo.

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Abraços!


Murilo Cardoso

Murilo Cardoso é Geógrafo e Analista em Geoprocessamento. Considerado um dos 3 melhores profissionais do ano de 2017 na área de Geotecnologias. Mais de 50 artigos publicados na área. Escreve sobre o assunto desde 2010. Diretor da empresa de cursos em geotecnologias que mais cresce no Brasil, a AcadGEO e Analista em Geoprocessamento em uma das empresas de engenharia ambiental mais tradicionais do país, a DBO Engenharia. Natural de Goiânia. Tiete de Douglas Adams, Steve Jobs e Albert Camus

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